Falsificação de rolamentos ameaça indústria nacional
Um Rolamento Falsificado pode quebrar o seu Negócio.
A falsificação de produtos representa uma ameaça para a indústria nacional. Peças essenciais utilizadas no processo de fabricação de setores como mineração, petróleo e gás, siderurgia, naval, energia elétrica e eólica, além do papel e celulose, os rolamentos falsos tornaram-se problema nacional. Dados da ADIRPI - Associados Distribuidores e Importadores de Rolamentos e Peças Industriais – mostram que 20% das vendidas são falsificadas. “O percentual equivale a R$ 200 milhões, pois o mercado soma de R$ 1 bilhão de vendas anuais”, conta o representante da ADIRPI, Carlos Fávaro. A entidade representa 80% do mercado de distribuidores de rolamentos e, diante da preocupação com o problema da falsificação, lançou uma campanha para conscientizar as empresas. A campanha brasileira está ligada à global Stop Fake Bearings (Pare com Rolamentos Falsificados - www.stopfakebearings.com) promovida pela WBA (World Bearing Association), uma iniciativa para alertar sobre os problemas da falsificação. A ADIRPI está distribuindo folders, materiais educativos, vídeos e realizando palestras. “Um rolamento adulterado pode colocar em risco a segurança, pois não possui as mesmas características técnicas dos originais, não suporta as mesmas cargas, aumenta a probabilidade de quebra prematura, danifica veículos, máquinas rotativas, causando prejuízos e acidentes graves, até mesmo fatais”, observa. O desafio é a identificação visual do rolamento falsificado, pois podem ser novos de qualidade inferior, gravados com marcas reconhecidas pelo mercado que atraem compradores pelos preços baixos. “Alguns falsificadores reutilizam embalagens descartadas e rolamentos sucateados através de processo de usinagem e polimento, para depois vendê-los como originais novos”, alerta. Assim, um dos motes da campanha é demonstrar a necessidade de cuidado ao descartar um rolamento que completou sua vida útil e sua embalagem. Os rolamentos falsificados são encontrados em praticamente toda a cadeia de fornecimento global e não se limitam a tamanho ou tipo. Apesar da percepção de que rolamentos menores para aplicações automotivas ou para eletrodomésticos predominam por serem fáceis de copiar, a falsificação dos de grande está cada vez mais comum no mercado de reposição industrial. Existem inúmeros casos de falsificação, que resultaram na parada de indústrias, porém é difícil mensurar os prejuízos. Fávaro cita o caso de uma siderúrgica que substituiu os rolamentos e, depois de duas a três horas de operação, identificou a queda de desempenho. A operação foi forçada a parar, desmontar os rolamentos novos, e utilizar os antigos. Haviam sido adquiridos cerca de mil rolamentos. Outro caso ocorreu em uma petroquímica, a qual foi forçada a uma parada de emergência, ao descobrir que foram fornecidos rolamentos adulterados. Após dois dias em operação, um rolamento falhou durante aplicação crucial. Website: http://www.adirpi.org.br
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